Lebução fica situada em lugar alto e aprazível, na margem esquerda do rio Calvo, entre montanhas onde o tempo guardou riquezas e mistérios. A 25km da sede do concelho, goza de um clima de montanha com invernos frios, verões quentes e de paisagens deslumbrantes.

É uma aldeia tradicionalmente vocacionada para a agricultura (centeio, batata, castanha e vinho) e para o comércio de largas tradições. Em tempos remotos, Lebução, foi o centro das transacções comerciais de uma enorme área circundante, que se efectuavam por troca directa de produtos.

Monumentalmente, a Igreja abraça, do alto das suas torres sineiras, todo o casario disposto em anfiteatro e chama os fiéis à oração. É obra da renascença, de muros altos e bem alinhados, construção de uma só nave. O retábulo do altar-mor, é de apreciável valor artístico, com colunas salomónicas e motivos ornamentais e simbólicos, realçando as arquivoltas que guarnecem a abóbada polícroma da tribuna.O Orago da freguesia é S. Nicolau, mas a principal referência religiosa desta terra é Nossa Senhora dos Remédios, que tem o seu dia no calendário religioso - 8 de Setembro.

Aqui, como em todo o Nordeste de Portugal, usa-se uma linguagem oral, um conjunto de termos e expressões que, pouco a pouco, se vão perdendo com a partida dos mais idosos.

A hospitalidade está presente nas vivências diárias, marcadas por um espírito de partilha e solidariedade. A porta das casas de Lebução está sempre aberta para receber, à boa maneira transmontana, "quem vier por bem".


A ideia deste Blogue, surgiu da necessidade de preservar a identidade desta comunidade, aproximando todos os Lebuçanenses da sua terra natal.

A feira do Folar de Valpaços

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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Os passarinhos tão engraçados, fazem os ninhos com mil cuidados



Os passarinhos
Tão engraçados,
Fazem os ninhos
Com mil cuidados.

São p’ra os filhinhos
Que estão p’ra ter
Que os passarinhos
Os vão fazer.

Nos bicos trazem
Coisas pequenas,
E os ninhos fazem
De musgo e penas.

Depois, lá têm
Os seus meninos,
Tão pequeninos
Ao pé da mãe.

Nunca se faça
Mal a um ninho,
À linda graça
De um passarinho!

Que nos lembremos
Sempre também
Do pai que temos,
Da nossa mãe!

(Afonso Lopes Vieira)















































domingo, 29 de abril de 2018

Os passarinhos tão engraçados, fazem os ninhos com mil cuidados


Os passarinhos
Tão engraçados,
Fazem os ninhos
Com mil cuidados.

São p’ra os filhinhos
Que estão p’ra ter
Que os passarinhos
Os vão fazer.

Nos bicos trazem
Coisas pequenas,
E os ninhos fazem
De musgo e penas.

Depois, lá têm
Os seus meninos,
Tão pequeninos
Ao pé da mãe.

Nunca se faça
Mal a um ninho,
À linda graça
De um passarinho!

Que nos lembremos
Sempre também
Do pai que temos,
Da nossa mãe!

(Afonso Lopes Vieira)















































segunda-feira, 25 de maio de 2015

Os passarinhos tão engraçados, fazem os ninhos com mil cuidados.




Os passarinhos 
Tão engraçados,
Fazem os ninhos 
Com mil cuidados.

São p’ra os filhinhos 
Que estão p’ra ter
Que os passarinhos 
Os vão fazer.

Nos bicos trazem 
Coisas pequenas,
E os ninhos fazem 
De musgo e penas.

Depois, lá têm 
Os seus meninos,
Tão pequeninos 
Ao pé da mãe.

Nunca se faça 
Mal a um ninho,
À linda graça 
De um passarinho!

Que nos lembremos 
Sempre também
Do pai que temos, 
Da nossa mãe!

(Afonso Lopes Vieira)










































terça-feira, 24 de março de 2015

Os passarinhos tão engraçados






Os passarinhos
Tão engraçados,
Fazem os ninhos
Com mil cuidados.

São p’ra os filhinhos
Que estão p’ra ter
Que os passarinhos
Os vão fazer.

Nos bicos trazem
Coisas pequenas,
E os ninhos fazem
De musgo e penas.

Depois, lá têm
Os seus meninos,
Tão pequeninos
Ao pé da mãe.

Nunca se faça
Mal a um ninho,
À linda graça
De um passarinho!

Que nos lembremos
Sempre também
Do pai que temos,
Da nossa mãe!

(Afonso Lopes Vieira)







































terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O pão nosso de todos os dias




Deito as sementes à terra,
à terra que me dá pão,
à terra por mim tratada
e com lágrimas regada,
- terra do meu coração!
E as sementes, ao calor do seio da terra mãe,
rebentam no ramo em flor, tudo nela se dá bem,
a terra do meu amor.
E as flores, se o outono veio, ao calor daquele seio
transformaram-se nos frutos,
e a terra, com seus produtos, dá-lhe a graça do seu pão.
E, em paga da minha dor, toda a terra está em flor,
a minha alma está em flor,
a terra do meu amor,
terra do meu coração!

(Afonso Lopes Vieira)