Lebução fica situada em lugar alto e aprazível, na margem esquerda do rio Calvo, entre montanhas onde o tempo guardou riquezas e mistérios. A 25km da sede do concelho, goza de um clima de montanha com invernos frios, verões quentes e de paisagens deslumbrantes.

É uma aldeia tradicionalmente vocacionada para a agricultura (centeio, batata, castanha e vinho) e para o comércio de largas tradições. Em tempos remotos, Lebução, foi o centro das transacções comerciais de uma enorme área circundante, que se efectuavam por troca directa de produtos.

Monumentalmente, a Igreja abraça, do alto das suas torres sineiras, todo o casario disposto em anfiteatro e chama os fiéis à oração. É obra da renascença, de muros altos e bem alinhados, construção de uma só nave. O retábulo do altar-mor, é de apreciável valor artístico, com colunas salomónicas e motivos ornamentais e simbólicos, realçando as arquivoltas que guarnecem a abóbada polícroma da tribuna.O Orago da freguesia é S. Nicolau, mas a principal referência religiosa desta terra é Nossa Senhora dos Remédios, que tem o seu dia no calendário religioso - 8 de Setembro.

Aqui, como em todo o Nordeste de Portugal, usa-se uma linguagem oral, um conjunto de termos e expressões que, pouco a pouco, se vão perdendo com a partida dos mais idosos.

A hospitalidade está presente nas vivências diárias, marcadas por um espírito de partilha e solidariedade. A porta das casas de Lebução está sempre aberta para receber, à boa maneira transmontana, "quem vier por bem".


A ideia deste Blogue, surgiu da necessidade de preservar a identidade desta comunidade, aproximando todos os Lebuçanenses da sua terra natal.

A feira do Folar de Valpaços

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

A BÍBLIA, desde seu primeiro livro até o último, faz dezenas de referências a pastores



“Qual pastor ele pastoreará a sua própria grei. Com o seu braço reunirá os cordeiros; e os carregará ao colo.” — ISAÍAS 40:11.

A BÍBLIA, desde seu primeiro livro até o último, faz dezenas de referências a pastores. (Gênesis 4:2; Revelação [Apocalipse] 12:5) Grandes personagens bíblicos, como Abraão, Moisés e o Rei Davi, foram pastores. Davi expressou de forma muito bela as responsabilidades e preocupações de um bom pastor. E um salmo que provavelmente foi escrito por Asafe fala de Davi como um pastor do povo de Deus nos tempos antigos. — Salmo 78:70-72.

Séculos depois, nos dias de Jesus, a profissão de pastor ainda era essencial. Jesus se referiu a si mesmo como “o pastor excelente” e muitas vezes usou as qualidades de um bom pastor para ensinar lições importantes. (João 10:2-4, 11) Até Jeová, o Deus todo-poderoso, é comparado a um “pastor”. — Isaías 40:10, 11; Salmo 23:1-4.

De que animais os pastores cuidavam? O que estava envolvido em seu trabalho? E o que podemos aprender desses trabalhadores incansáveis?
as ovelhas e as cabras a lhe obedecer. Mas os bons pastores eram pacientes e cuidavam com carinho dos anima is de seu rebanho, até mesmo lhes dando nomes, que os animais reconheciam. — João 10:14, 16.

O trabalho de pastor nas várias estaçõesNa primavera, o pastor talvez tirasse seu rebanho do redil perto de sua casa e o levasse para pastagens frescas e suculentas nos arredores do vilarejo. Nessa estação, o rebanho aumentava à medida que nasciam filhotes. Além disso, as ovelhas eram tosquiadas, e esse era um motivo de celebração.

Visto que alguns moradores do vilarejo possuíam poucas ovelhas, eles contratavam um pastor que juntava o pequeno rebanho a outro. Pastores contratados tinham a reputação de não cuidar dos animais dos outros tão bem quanto dos seus. — João 10:12, 13.
Após a colheita nos campos perto do vilarejo, o pastor levava as ovelhas para comer brotos e os grãos que sobravam entre o restolho. Quando chegava o calor do verão, os pastores transferiam seus rebanhos para pastos mais frescos em lugares mais altos. Por dias a fio, os pastores trabalhavam e dormiam ao ar livre, permitindo que o rebanho pastasse em encostas verdejantes. Durante a noite, os pastores vigiavam o rebanho em campo aberto. Mas às vezes eles abrigavam as ovelhas numa caverna, onde ficavam protegidas contra chacais e hienas. Quando o uivo de uma hiena na escuridão da noite as assustava, a voz calma do pastor as tranquilizava.

Ao anoitecer, o pastor contava as ovelhas e verificava como elas estavam. De manhã, ele chamava o rebanho, que o seguia até o pasto. (João 10:3, 4) Ao meio-dia, levava os animais para beber em poças de água fresca. Quando elas secavam, o pastor conduzia os animais a um poço e tirava água para eles.
Perto do fim da estação seca, o pastor transferia o rebanho para planícies costeiras e vales. Com a chegada das chuvas do inverno, ele conduzia os animais de volta para seu abrigo. Se não fizesse isso, poderiam morrer por causa das fortes chuvas, do granizo e da neve. Só a partir do início da primavera é que os pastores levavam o rebanho para pastar ao ar livre.

Um modelo a seguir


Bons pastores eram diligentes, confiáveis e corajosos. Eles até mesmo arriscavam a vida para proteger o rebanho. — 1 Samuel 17:34-36.
Portanto, não é de admirar que Jesus e seus discípulos tenham usado a figura do pastor como modelo para os anciãos cristãos seguirem. (João 21:15-17; Atos 20:28) Assim como um bom pastor nos tempos bíblicos, os anciãos congregacionais hoje se esforçam para ‘pastorear o rebanho de Deus, que está aos seus cuidados, não sob compulsão, mas espontaneamente; nem por amor de ganho desonesto, mas com anelo’. — 1 Pedro 5:2.

Fonte: Internet















































Sem comentários: