Os bons dias em Janeiro vêm-se a pagar em Fevereiro.
Se queres ser bom ervilheiro, semeia no crescente de Janeiro.
Janeiro greleiro, não enche o celeiro.
Em Janeiro sobe ao outeiro. Se vires verdejar, põe-te a chorar. Se vires terrear põe-te a cantar.
Não há luar como o de Janeiro, nem amor como o primeiro.
Bons dias em Janeiro enganam o homem em Fevereiro.
Chuva em Janeiro e sem frio, vai dar riqueza ao Estio.
Janeiro fora, mais uma hora, quem bem souber contar hora e meia vai achar.
Sol de Janeiro, sempre baixo no outeiro.
Trovoada em Janeiro, nem bom prado, nem bom palheiro.
Em Janeiro, acende a fogueira e senta-te à lareira.
Janeiro geoso traz um ano formoso.
Janeiro molhado, se não cria pão, cria o gado.
Se para a tua casa precisas de madeiro corta-o em Janeiro.
Em Janeiro mete obreiro.
Secura de Janeiro riqueza do rendeiro.
Pintainho de Janeiro, vai com a mãe ao poleiro.
Janeiro frio e molhado. Enche o celeiro e farta o gado.
Janeiro geadeiro.
Não há luar como o de Janeiro nem sol como o de Agosto.
Em Janeiro veste pele de carneiro.
A água de Janeiro, vale dinheiro.
Em Janeiro, um porco ao sol outro no fumeiro.
Ao minguante de Janeiro, corta o madeiro.
O luar de Janeiro, é claro como um carneiro; mas lá vem o de Agosto que lhe dá pelo rosto.
No mês de Janeiro sobe ao outeiro para ver o nevoeiro.
Janeiro bom para a vaca, é mau para saca.




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