Lebução fica situada em lugar alto e aprazível, na margem esquerda do rio Calvo, entre montanhas onde o tempo guardou riquezas e mistérios. A 25km da sede do concelho, goza de um clima de montanha com invernos frios, verões quentes e de paisagens deslumbrantes.

É uma aldeia tradicionalmente vocacionada para a agricultura (centeio, batata, castanha e vinho) e para o comércio de largas tradições. Em tempos remotos, Lebução, foi o centro das transacções comerciais de uma enorme área circundante, que se efectuavam por troca directa de produtos.

Monumentalmente, a Igreja abraça, do alto das suas torres sineiras, todo o casario disposto em anfiteatro e chama os fiéis à oração. É obra da renascença, de muros altos e bem alinhados, construção de uma só nave. O retábulo do altar-mor, é de apreciável valor artístico, com colunas salomónicas e motivos ornamentais e simbólicos, realçando as arquivoltas que guarnecem a abóbada polícroma da tribuna.O Orago da freguesia é S. Nicolau, mas a principal referência religiosa desta terra é Nossa Senhora dos Remédios, que tem o seu dia no calendário religioso - 8 de Setembro.

Aqui, como em todo o Nordeste de Portugal, usa-se uma linguagem oral, um conjunto de termos e expressões que, pouco a pouco, se vão perdendo com a partida dos mais idosos.

A hospitalidade está presente nas vivências diárias, marcadas por um espírito de partilha e solidariedade. A porta das casas de Lebução está sempre aberta para receber, à boa maneira transmontana, "quem vier por bem".


A ideia deste Blogue, surgiu da necessidade de preservar a identidade desta comunidade, aproximando todos os Lebuçanenses da sua terra natal.

A feira do Folar de Valpaços

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sexta-feira, 30 de março de 2018

Sexta-Feira Santa, Sexta Feira da Paixão, é a sexta-feira que ocorre antes do Domingo de Páscoa

Foto retirada da Internet

A Sexta-Feira Santa, também chamada de Sexta Feira da Paixão, é a sexta-feira que ocorre antes do domingo de Páscoa, e é o dia em que os cristãos relembram a morte de Jesus Cristo.

A Sexta-Feira Santa em 2018 celebra-se no dia 30 de março. É um feriado móvel, assim como a Páscoa, domingo em que os cristãos celebram a ressurreição de Cristo.

Sucede o fim da Quaresma (período de penitência de 40 dias que começa a seguir do Carnaval), na Quarta-feira de cinzas.

O feriado da Paixão de Cristo é o primeiro dos três dias que celebram a ressurreição do Messias que, de acordo com a doutrina cristã, morreu na cruz para salvar os seres humanos dos seus pecados.
Significado da Sexta-feira Santa

Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu em um domingo, no dia 14 de Nisã, de acordo com o calendário hebraico.

Assim sendo, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico contava o primeiro e o último dia, concluiu-se que Jesus morreu numa sexta-feira.

Atualmente, a escolha da data é feita baseada na primeira lua cheia após o equinócio da primavera (no Hemisfério Norte) e do outono (no Hemisfério Sul). Neste caso, a Sexta-feira Santa pode ocorrer entre os dias 22 de março e 25 de abril.

Nesta data, acontecem diversos rituais religiosos. A Igreja Católica aconselha aos fiéis cristãos a fazerem algum tipo de penitência, como jejum e a abstinência de carne ou de qualquer ato que se refira ao prazer mundano.

Procissões e reconstituições da Via Sacra (caminho que Cristo teria percorrido ao carregar a cruz antes de morrer) são alguns dos rituais mais populares.

A adoração da cruz pelos católicos também é um símbolo que representa as tradições típicas da Sexta-Feira da Paixão. Muitos devotos costumam beijar os seus crucifixos em sinal de respeito e eterno agradecimento a Jesus, por ter se sacrificado em prol da humanidade.
Fonte: Calendarr
















































sexta-feira, 14 de abril de 2017

Sexta Feira Santa _ Exortação da Cruz



SEXTA FEIRA SANTA
EXORTAÇÃO DA CRUZ
Diante da Santa Cruz rezamos assim em Santa Isabel

"NESTA CRUZ
É CRUCIFICADO JESUS DE NAZARÉ.


ERGUEM-TE NA CRUZ,
NO GÓLGOTA DA CIDADE SANTA,
E EM JERUSALÉM
TE CONTINUAMOS A CRUCIFICAR,
MAS TAMBÉM
NO CORAÇÃO DE TODAS AS CIDADES, RUAS, PRAÇAS E MERCADOS.
NO PAÍS DO EXÍLIO DE TEUS PAIS
HÁ MILHARES DE CRUZES
ONDE SOFRES, CHORAS E MORRES
PELA INSÂNIA DOS HOMENS, TEUS IRMÃOS.

CRUCIFICAMOS-TE AINDA
QUANDO FECHAMOS OS OLHOS
E O CORAÇÃO
ÀS RAÍZES DO MAL.

COMO SE MULTIPLICA A TUA CRUZ
NAS TERRAS DO FIM DO MUNDO,
E TAMBÉM NA EUROPA E EM TODO O OCIDENTE.
E AQUI MESMO,
AO NOSSO LADO.

SÃO OS FAMINTOS DE TODAS AS FOMES:
FOME DE PAZ E DE COMIDA,
FOME DE SAÚDE E DE EMPREGO,
FOME DE LIBERDADE E DE JUSTIÇA,
FOME DE INSTRUÇÃO E DE CULTURA,
FOME DE ESPERANÇA,
FOME DE AMOR.

SENHOR,
SE NOS DIZEMOS TEUS DISCÍPULOS,
PORQUE NOS TORNAMOS TEUS CARRASCOS
EM CADA IRMÃO QUE CRUCIFICAMOS
NA NOSSA TERRA,
NO NOSSO BAIRRO,
NO NOSSO PRÉDIO
AO NOSSO LADO?


ELES MORREM AQUI, HOJE,
PORQUE NÃO QUISEMOS,
OU IGNORÁMOS,
O PEQUENO GESTO QUOTIDIANO
DA PARTILHA E DO CUIDADO.

ELES MORREM, PERTO OU LONGE,
PORQUE PACTUAMOS COM A INJUSTIÇA,
PORQUE NÃO SOMOS LUZ, SAL, FERMENTO,
NESTE NOSSO MUNDO A TRANSFORMAR.

ESTES CRUCIFICADOS, SENHOR,
SÃO VÍTIMAS DA NOSSA DISTRACÇÃO.

NESTA CRUZ
É CRUCIFICADA
GENTE DE TODAS AS RAÇAS,
DE TODOS OS CREDOS,
DE TODAS AS IDADES.

HÁ NELA
MULHERES E HOMENS,
VELHOS E CRIANÇAS,
FAMÍLIAS INTEIRAS,
IMIGRANTES E REFUGIADOS,
EXPULSOS DAS SUAS CASAS,
DAS SUAS TERRAS,
PELA GUERRA E PELA FOME,
PELA MISÉRIA E PELO MEDO.

SÃO OS SEM LAR,
OS SEM PÁTRIA,
OS SEM TECTO NEM ABRIGO,
OS ESCORRAÇADOS
PELA LÓGICA DISTRAÍDA
DO NOSSO CONFORMISMO,
QUEM VEMOS NA TUA CRUZ.

SENHOR CRUCIFICADO,
NÃO NOS DEIXES IGNORÁ-LOS
NÃO NOS DEIXES DISTRAIR.

ENSINASTE-NOS QUE É POSSÍVEL
UMA CIDADE MAIS JUSTA
E MAIS FRATERNA.

ABRE-NOS O CORAÇÃO E O GESTO.

RESSUSCITA-OS
E RESSUSCITA-NOS CONTIGO.

QUEREMOS VER A TUA PÁSCOA
SER A PÁSCOA DE TODOS
A REFLORIR NA PAZ,
NA ESPERANÇA
E NO AMOR"

Padre Ismael Teixeira
















































sexta-feira, 25 de março de 2016

Sexta Feira Santa _ Paixão e Morte de Jesus


        Foto retirada de Internet                                                  



A Sexta-feira Santa, ou 'Sexta-feira da Paixão', é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos. 
Na Igreja Católica, este dia pertence ao Tríduo pascal, o mais importante período do ano litúrgico. A Igreja celebra e contempla a paixão e morte de Cristo, pelo que é o único dia em que não se celebra, em absoluto, a Eucaristia.
Por ser um dia em que se contempla de modo especial Cristo crucificado, as regras litúrgicas prescrevem que neste dia e no seguinte (Sábado Santo) se venere o crucifixo com o gesto da genuflexão, ou seja, de joelhos.
A celebração da morte do Senhor consiste, resumidamente, na adoração de Cristo crucificado, precedida por uma liturgia da Palavra e seguida pela comunhão eucarística dos participantes. Presidida por um presbítero ou bispo, paramentado como para a missa, de cor vermelha, a celebração segue esta estrutura:

Toda a liturgia católica deste dia está em função de Cristo crucificado. Assim, a liturgia da Palavra pretende introduzir os fiéis no mistério do sofrimento e da morte de Jesus, que assim aparece como uma acção livre de Cristo em ordem à salvação de toda a humanidade.
A veneração da cruz, símbolo da salvação, pretende dar expressão concreta à adoração de Cristo crucificado.
A comunhão eucarística é, para a Igreja, a forma mais perfeita de união com o Mistério pascal de Cristo, e por isso é um ponto culminante na união dos fiéis com Cristo crucificado. O fato de se comungar do pão consagrado no dia anterior vem exprimir e reforçar a unidade de todo o Tríduo Pascal.


















































sexta-feira, 6 de abril de 2012

Tempo de Páscoa, tempo de abraçar a Cruz




... Diante da presença real do Cristo no Sacramento do altar, nós, finalmente, ajoelhamos. Não temos mais nada a dizer, a exemplo d’Ele mesmo, quando inclinou a cabeça, no gesto final de Sua Paixão: “Tudo está consumado” (Job 19,30).

Ali, diante de nós, está o Mistério do Amor, levado à plenitude máxima.


(Cardeal Dom Eusébio Oscar Scheid)